RIO SÃO FRANCISCO: NOS LOCAIS QUE ESTÃO ACIMA DAS HIDRELÉTRICAS, O RIO CHEGA A UMA PROFUNDIDADE SUPERIOR AOS 180 METROS - CLÁUDIO ANDRÉ - O POETA

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terça-feira, 10 de julho de 2018

RIO SÃO FRANCISCO: NOS LOCAIS QUE ESTÃO ACIMA DAS HIDRELÉTRICAS, O RIO CHEGA A UMA PROFUNDIDADE SUPERIOR AOS 180 METROS

O rio São Francisco é um dos mais importantes cursos d'água do Brasil e da América do Sul. O rio passa por cinco estados e 521 municípios, sendo sua nascente geográfica no município de Medeiros e sua nascente histórica na serra da Canastra, no município de São Roque de Minas, centro-oeste de Minas Gerais.
Seu percurso atravessa o estado da Bahia, fazendo sua divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas e, por fim, deságua no oceano Atlântico, drenando uma área de aproximadamente 641 000 quilômetros quadrados. 
Seu comprimento medido a partir da nascente histórica é de 2.814 quilômetros, mas chega a 2.863 quilômetros quando medido ao longo do trecho geográfico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem seis usinas hidrelétricas. O Blog do Poeta, estudando toda a história do Velho Chico, irá compartilhar todo o conhecimento através postagens e com imagens exclusivas.
As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto os seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia, ali inserida, é de apenas 37% da área total.
O desassoreamento tem provocado queda de barreiras dentro do rio, forçando-o a ter seu curso, muitas vezes, diminuído, especialmente na sua largura.
A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais–Bahia e a cidade de Juazeiro (na Bahia), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio anual.
Mesmo quando penetra na zona sertaneja semiárida, consegue manter-se perene, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita. 
A alcunha «Rio da Integração Nacional» se deve às entradas e bandeiras que nos séculos XVII e XVIII usaram-no como rota para penetrar no interior. Outro nome, «rio dos Currais», se deve a ter servido de trilha para fazer descer o gado do Nordeste até a região das Minas Gerais, sobretudo no início do século XVIII. 

Outros nomes o rio São Francisco recebeu quando se achava ali o ouro que fez afluir milhões de pessoas à terra, fazendo a fortuna de muita gente e, afinal, integrando a região Nordeste às regiões Centro-Oeste e Sudeste.
O rio São Francisco é também o maior responsável pela prosperidade de suas áreas ribeirinhas compreendidas pela dominação de Vale do São Francisco, onde cidades experimentaram maior crescimento e progresso como Petrolina em Pernambuco e Juazeiro na Bahia devido a agricultura irrigada. 
Essa região apresenta-se atualmente como a maior produtora de frutas tropicais do país, recebendo atenção especial, também, a produção de vinho, em uma das poucas regiões do mundo que obtêm duas safras anuais de uvas. Quem navega pelo rio, sabe dos perigos que ele oferece, mesmo quando ao mesmo tempo torna-se sustentável.
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